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Do Tempo e do Universo Editar

Lsa

À esquerda, Tawotan, posteriormente al'Tawotan, a Luz, e à direita, Arddhu Mon, a Sombra. Por mais que sejam gêmeos, ambos não são iguais.

Antes da criação do Tempo, nada existia, porquanto antes do Tempo somente havia o Nada.

Do Nada surgiu dois seres gêmeos entre si: Tawotan, a Luz; e Arddhu Mon, a Sombra. Eles eram iguais, mas não semelhantes. Um trazia consigo a paz e o amor, tornando-se pai da Sabedoria, outro emanava ódio e caos, e era o pai da mácula da Insensatez.

Tawotan, com sua sagacidade, expandiu sua luz e graça para os confins do Nada; e com a propalação de sua Luz pela extensão do vácuo, raiou-se o Tempo.

O Tempo preencheu a vacuidade do Nada, e do momento de sua criação já começara a traçar as linhas do passado, do presente e do futuro, que compreendiam em infinitas linhas infinitas. O Tempo se mostrou complexo e de difícil compreensão, e Tawotan depreendeu seu propósito e magnitude, que, inclusive, ele e seu irmão estavam a mercê da eternidade do tempo; e que o Tempo a partir de sua criação tornara-se algo que sempre existiu e que para sempre existirá, sendo indomável. Tawotan, então, erigira uma grande roca, A Roca da Fortuna, e começara a fiar a infinitude das linhas do tempo, traçando e criando as linhas num único e grande tapete, formado de apenas um Único Ponto. Era o Universo.

Do Reino Editar

Olho

O Reino é simbolizado por um triângulo de ponta-cabeça, em que a Luz parte da base superior, representando o Céu de Éter, e vai enfraquecendo até chegar na ponta inferior, representando o Céu da Fundação. A presença constante de al'Tawotan por todo o Reino é simbolizado pelo olho ao meio, O Olho do Esplendor

Somente a Luz de Tawotan iluminava o Universo, e onde sua Luz tocava um céu se formou. O Céu de Éter. Em Éter ele erguera um grande palácio iluminado que transcendia as dimensões do Tempo e da Luz. E tomou para si como lar, era o Palácio de Luz. Apesar de sua Luz atingir toda extensão do Universo, ela enfraquecia de acordo que se propagava, criando os Sete Céus de Luz.

A cada nível os Céus ficavam menos iluminados pela graça de Tawotan.O Céu de Éter era a grande fonte de Luz que jorrava para os demais céus inferiores. No segundo nível ficavam os Céus da Sabedoria e da Misericórdia, logo abaixo ficava o nível dos Céus do Esplendor, da Justiça e do Temor. Por fim, no quarto e último nível, havia o Céu da Fundação, que era o céu onde a Luz se tornava mais fraca e mais sólida. Todos os Céus se interligam, todos os níveis se interligam como um só Céu, chamado de O Reino.

Por toda a extensão do Reino havia a presença de Tawotan, mesmo no último Céu. E foi no Céu da Fundação que Tawotan realizou a sua maior criação.




Da Vida e da Morte Editar

A Luz de Tawotan que emanava do Céu de Éter e percorria os demais céus, chegava ao Céu da Fundação tão sólida que suas propriedades tornaram-se possível a criação da Vida . A Vida era frágil, tão frágil quão o Tempo era indestrutível, porém era mais grandiosa.Não se sabe como a Luz criou a Vida, esse saber apenas Tawotan sabia. Tal saber o tornou al'Tawotan, o Senhor da Vida, da Luz, do Universo, da Fortuna e do Tempo, o Deus de Tudo. Ele preencheu o Nada, e do Nada ele criou a Vida.

Arddhu Mon temia as criações de seu irmão, assim como as invejava. Ele tentara romper as linhas do Tempo, mas o Tempo era indestrutível. Tentou quebrar a Roca da Fortuna e rasgar o Universo, mas ele não tinha poder sobre eles. Ele tentou entrar no Reino, mas mesmo no Céu da Fundação, não suportava a Luz de al'Tawotan. Ele cobiçou o título que o irmão recebera, e tramou contra a Vida.

A Vida fora a mais bela e poderosa criação de al'Tawotan, assim como era a mais frágil. O ardiloso Arddhu Mon investiu contra ela, pensando em destruí-la, mas a glória de al'Tawotan a revestiu e no impacto do golpe, surgiu a Morte.

A Vida era frágil, a Morte frágil igualmente. Juntas elas se tornaram tão eternas quanto o Tempo, que quase se fundiram a ele. Elas dançam em um ciclo que entrelaçam no Tempo.

Arddhu Mon consumou-se no ódio e na sua sombra. Odiava al'Tawotan, assim como odiava a si mesmo.

al'Tawotan compreendia seu ódio, pois compreendia que aquele ódio estava traçado nas Linhas do Tempo, e que aquela era a Fortuna dos dois.

Das Terras de Mizar Editar

A Vida criou muitas Terras. O Tempo moldou muitas Terras.

E na Terra de Mizar, que era iluminada por dois sóis e por uma lua, brotaram as plantas por entre o solo, e dos seios da Vida nasceram os animais das águas, da terra e dos ares. Tudo naquele tempo pareceu bom aos olhos de al'Tawotan, Mizar o agradara, mas para Ele faltara algo. Mestre e dependente do que a Roca da Fortuna traçava nas linhas do Tempo, al' Tawotan seguiu sua vontade que já fora traçada, e criou a partir dos raios solares uma raça pura e imortal, detentora de todas as virtudes e eivadas de vícios, eram os Altos-Elfos; a partir das rochas ametistas Ele esculpiu um ser de vida longa e de temperamento imprevisível, porém tão resistentes em lealdade quanto uma pedra ao vento, eram os Nidares, posteriormente chamados de Anões; dos corações de Mizar Ele jorrou o fogo pelos vulcões e do encontro do que estava embaixo com o céu, deu origem aos Dragões e as Serpes, seres que lutam entre virtudes e vícios; das cores que irradiavam do arco-íris surgiram os Unicórnios, as Fênix, os Grifos, os Lobos e as Raposas Gigantes, os Cervos Branco e as Serpentes do Sonhos, sendo esses os Animais Sagrados, todos dotados de grande inteligência e de senso de justiça; das pedras de gelo al' Tawotan deu origem aos Gigantes, dotados de grande força e de um espírito sagaz; e por fim, as últimas criações de al' Tawotan, o homem e a mulher, esculpidos a partir de dois troncos de pinheiros, possuindo a aparência mais próxima da que al'Tawotan tomaria para si em suas aparições.

Das Cidades Élficas Editar

Os altos-elfos foram a primeira e mais perfeita criatura de al'Tawotan. Dotados de grande inteligência, e de uma sede imensurável de conhecimento, os altos-elfos são seres iluminados que possuem uma longevidade bem extensa, beirando a imortalidade. São filhos dos raios solares, e tementes a al'Tawotan.

Assim que nasceram, agruparam-se em sete grupos para representar as cores do arco-íris, que quando agrupadas formam a luz do Sol. Os grupos se dividiram pela Terra e fundaram as Sete Cidades de Alfheim: Alkaid, Mizar, Allioth, Megrez, Phecda, Dubhe e Merak. Estas cidades cidades se avolumaram e tornaram-se os pontos de encontros de todas as raças. Nunca mais haveria outras cidades tão belas quantos àquelas.

Gondolin

Mizar, construída a partir do monte solitário do planalto.

Contudo, entre elas a cidade de Mizar tornou-se a maior e a mais importante. Esta cidade localizada entre quatro rios, foi construída num imenso planalto, cujo centro havia um monte solitário.

Houve uma longa guerra em Mizar. Todas as raças guerrearam entre si para tomar o poder da cidade mais importante do mundo. As torres e as muralhas da cidade vieram ao chão, a cidade fora completamente arruinada. Homens, anões, altos-elfos, serpes e dragões morreram aos milhares.

Da Aparição de al'Tawotan Editar

al'Tawotan, para evitar que suas criaturas se extinguissem, aparecera no topo do monte solitário da planície de Mizar. Sua luz foi radiante e quem a viu cegou-se para maldade, e enxergou-se diante da benevolência e da igualdade dos demais seres. Sua voz saía como trovão, dizendo: "Não guerreais uns com os outros, sois os frutos da minha criação, sois minhas criaturas, meus filhos e eu sou o pai de todos. Dei-lhes a temperança entre os vícios e as virtudes, dei-lhes a diferença, mas são todos iguais diante de mim. Não guerreeis por motivos torpe, infelizmente a Roca da Fortuna já teceu que guerras virão, guerras em que todos vocês irão se unir para enfrentar a Grande Sombra que pairá sobre este mundo. Por ora, filhos meus, pareis de guerrear, e começais a espalhassem pelos cantos da Terra."

al'Tawotan definiu a partir dos cruzamentos dos rios por onde cada um se espalharia. Definira que ao Nordeste os altos-elfos deveriam reinar em absoluto; que ao sudeste os anões deveriam colonizar as montanhas; que ao sudoeste as duas tribos de gigantes, os Jotuns e os Muspellins, deveriam compartinhar; e que os homens deveriam colonizar as terras a noroeste.

Aos dragões e às serpes foram dado o domínio de todo o céu.

Dos Reinos dos Homens Editar

Entre os mais bravos e virtuosos homens, foram escolhidos por al'Tawotan doze. O Deus concedeu-lhes todas as suas bênçãos e investiu a eles o poder de serem reis entre os homens. Pra cada um Ele deu uma espada pra exercer o poder e um escudo para defender o povo. Nisso a região destinada para ser a morada dos homens fora dividida em doze reinos. São eles: Parmênia, Elantria, Valangróvia, Suênia, Grimaldia, Torontina, Galécia, Frisiana, Hwesta, Midéreas, Salérmia e Rênia.

Reino Rei Povo
Parmênia Parmer Parmênios
Elantria Elantro Elantrios
Valangróvia Valangol Valangróvios
Suênia Sueno Suenos
Grimaldia Grimaldi Grimaldinos
Torontina Thoron Torontinos
Galécia Gales Galécios
Frisiana Friso Frisianos
Hwesta Hwen Hwesties
Midéreas Midas midérios
Salérmia Salermo Salérmios
Rênia Reno Rênios

Das Tentações de Arddhu Mon Editar

Arddhu Mon cobiçou todas as criações de al'Tawotan, e sua inveja tornou-se um fraco escudo contra a Luz de al'Tawotan, e mesmo com poucas forças conseguira adentrar no Reino para tentar as criações de al'Tawotan.

Ele tomou a forma de um simples e pequeno anel de ouro e jogou-se nas águas escuras de um ribeirão. Ao serem atraídos pelo brilho dourado da joia, um alto-elfo, chamado Goblel; um anão, chamado Khrusdak; e um homem, chamado Bogrondir, que passeavam como amigos nas margens daquele ribeirão, começaram a disputar entre si pela posse do anel.

Por ser mais forte entre os três, o elfo Goblel acabou assassinando os seus companheiros. E corrompido, tomou o anel para si. Arddhu Mon que estava no Anel, possuiu o corpo de Goblel, quando este o colocou no dedo anelar. Dessa forma, Arddhu Mon pôde caminhar livremente pelas terras de Mizar.

Com seu poder, ele invocava feitiços e invocava espíritos para atormentar as criações de al'Tawotan. Com a aparência de Goblel, ele persuadiu e conquistou inúmeros seguidores de várias raças da criação. Os altos-elfos que o seguiram abandonaram todas suas virtudes e luz, tornando-se seres escuros e providos de grande maldade, eram os Goblins.

Uma imensa guerra se alastrou por aqueles tempos, para conter os avanços de Arddhu Mon.

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